terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Made in China, agora está no Brasil


De grão em grão...

1-A empresa de energia americana AES informou hoje que vai vender 15% do seu capital para a China Investment Corp. (CIC), fundo soberano do governo chinês. Para ficar com 125,5 milhões de ações da companhia, a CIC vai desembolsar US$ 1,58 bilhão, o que equivale a US$ 12,60 por ação.Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/energia/52/5914356/aes-recebe-us-2-bilhoes-em-aporte-da-china#ixzz0YTQoE0LH


2-MINERAÇÃO - Chinesa compra 22% da mineradora MMX, de Eike Batista / Pedro SoaresNegócio custou US$ 400 milhões; plano é construir, em parceria, uma siderúrgica de US$ 5 bilhões no Rio.
A China anunciou ontem seu primeiro grande investimento no Brasil: a siderúrgica Wisco (Wuhan Iron and Steel Co.) aportará US$ 400 milhões na aquisição de 21,5% das ações da mineradora MMX, do empresário Eike Batista. A empresa pretende construir em parceria com o grupo brasileiro uma usina de aço no Estado do Rio, orçada em cerca de US$ 5 bilhões.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

O que faz a super valorização das Celebridades...

faz exatamente o que aparece descrito na reportagem abaixo.E temos que engolir estas barbaridades, tudo por conta das pessoas que idolatram e dão audiência , criando esta super valorização de seres humanos iguais a qualquer um.
Inversão de valores e assim caminha a humanidade. Haja discurso, haja paciência e sabedoria.


Indo no caminho oposto de qualquer livro de pedagogia infantil, o casal Tom Cruise e Katie Holmes parece ter sucumbido às vontades da filha, Suri, que tem apenas três anos, mas já é conhecida pela vaidade. Segundo informação publicada pelo site da revista inglesa Female First, Katie Holmes gasta US$ 25.000 por mês em roupas de sua filha.
Uma fonte disse à revista britânica Grazia: "Suri veste-se com roupas incríveis, e tornou-se passatempo favorito de Katie comprar novas peças para ela. Entre as compras recentes para a garotinha figuram um pingente de rubi de US$ 5.000 e dois vestidos de US$ 1500 cada".
Katie também causou polêmica recentemente, quando foram publicadas fotos dela ao lado da pequena, que usava um par de sapatinhos de salto alto.
(TERRA)

domingo, 29 de novembro de 2009

O PAÍS DO FUTURO...(com este PRESENTE)

1-No Brasil, CRIAR IGREJA E SE LIVRAR DE IMPOSTOS CUSTA R$ 418,00( religiosos ainda têm direito a prisão especial e dispensa de serviço militar) .
Fácil, isenção de IPTU,IPVA,IOF ,IRENDA em aplicações financeiras..)

2-Governador do DF aparece em vídeo recebendo dinheiro( o governo diz que o dinheiro era para compra de panetones)
Bem, se fosse época da Páscoa, seria para comprar ovos, se fosse época de Festas Juninas seria para compar quentão, se fosse.......

3-Obras ficam no papel, e setor aéreo teme novo apagão.
Preparem-se temporada dos pássaros migrarem, sol, férias, verão....o que nos espera.

4-Aneel não calcula perdas com erro no reajuste da luz.
O consumidor ficará a ver navios, também já estamos acostumados, basta lembrar dos precatórios.
( Folha sp)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Alguma novidade no Reino? continua tudo igual...

Na crise, BB colocou R$ 6,7 bi para socorrer bancos e Sadia

O Banco do Brasil desempenhou o papel de emprestador de última instância para evitar uma crise bancária de grandes proporções entre setembro de 2008 e janeiro de 2009, enquanto o Banco Central relutava em assumir essa função, temendo riscos judiciais em operações de empréstimos aos bancos. O BB injetou R$ 5,8 bilhões nos bancos Votorantim, Safra e Alfa durante a crise, para ajudá-los a reforçar o caixa em meio a uma corrida bancária no mundo. Ele também socorreu a Sadia, que havia sofrido perdas em operações com derivativos, com um empréstimo de R$ 900 milhões.

http://www.valoronline.com.br/?impresso/caderno_a/83/5961375/r-6,7-bi-para-socorrer-bancos-e-sadia
(Valor Econômico)

domingo, 22 de novembro de 2009

Então...o que sobra para a TV aberta


Já postei aqui no Blog, textos sobre a TV aberta no Brasil. O nosso controle remoto com certeza está com as teclas surradas de tanto serem acionadas.
Para suportar a programação da tv aberta, quando você troca de canal, na verdade trocou meia dúzia por 6 (seis), haja paciência e estômago.Então só nos resta acionar a tecla DESLIGA/OFF.
Temos a TV Cultura ( sp), e mais 2 (duas ) excelentes opções, infelizmente um privilégio para assinantes da TV a cabo: Canal Futura e TVSesc .( o governo federal poderia rever )
O importante para a população ,não é transmitir programas de qualidade , o saber, cultura, informação, basta ler a reportagem,
(Folha Spaulo) :

Brecha legal leva religião e vendas à TV

Bandeirantes, Gazeta, Rede TV!, Record e Rede 21 ocupam parte da programação com cultos de igrejas e telecomércio
Lei, de 1962, não aborda venda da programação e não é clara sobre cota de publicidade; lucro das TVs com a prática é polêmico
É só zapear o controle remoto e constatar: na TV aberta o que não falta é programa religioso e de venda de produtos.Levantamento feito pela Ilustrada, com base na programação de São Paulo de 8 a 14 de novembro, mostra que Rede TV!, Record, Gazeta e Band ocupam entre 23% e 30% da grade semanal com programas religiosos. E a Rede 21, do grupo Bandeirantes, tem só 30 minutos diários de programação própria, o restante tomado pela Igreja Mundial do Poder de Deus. Dentre os programas exibidos nessas emissoras estão os cultos como os da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo (dono da Record), e os da Igreja Internacional da Graça de Deus, de R.R. Soares. Além disso, Rede TV! e Band têm espaços alugados para programas de vendas, 10% e 6% do total da programação, respectivamente. Já a Gazeta ocupa 29% da semana com venda de produtos -isso sempre sem contar intervalos comerciais-, sendo que a própria emissora produz os programas. Nesse telecomércio, tem de tudo. Liquidação de roupa, panelas fritando ovo ao vivo e lançamentos de condomínios etc. As TVs se aproveitam de um vácuo na legislação para alugar parte de seus horários a igrejas e a empresas de venda de produtos. A lei, de 1962, não trata do tema. Diz apenas que no máximo 25% da programação pode ser ocupada por "publicidade comercial", sem deixar claro o que isso quer dizer. As emissoras podem estar em situação irregular ou não, dependendo da interpretação. A venda de espaço para igrejas entra na cota de 25%, visto que o canal tem um lucro? Os programas de vendas entram? Ou "publicidade comercial" são apenas os intervalos? Eis o nó. O governo vai entrar na polêmica. A ideia é regulamentar a comercialização do tempo de programação, uma vez que canais abertos são concessões públicas, reforçar a fiscalização do limite de 25% de publicidade e deixar claro o que entra na cota. A proposta, da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, será apresentada em dezembro na Conferência Nacional de Comunicação, convocada por Lula. O documento, obtido pela Folha, fala em "coibir a comercialização do tempo de programação". "A concessão é dada a uma pessoa jurídica sob certas condições. Não tem sentido subcontratar", diz Ottoni Fernandes, secretário-executivo da Secom. O texto fala também em "regular a prática de proselitismo religioso". "Estamos propondo a discussão. Concessão pública implica, em tese, ser destinada a programas informativos, culturais", afirma Fernandes. Para o sociólogo e professor de comunicação da USP Laurindo Lalo Leal, "uma TV aberta arrendar horários para igrejas ou vender tapete e joia 24 horas por dia contraria a lei". "Esses programas de venda de produtos e os que as igrejas colocam no ar porque pagam ao canal deveriam ser computados nos 25% de espaço comercial permitidos pela lei hoje em vigor", afirma Leal. Além disso, ele acredita que "alugar o horário é sublocação de concessão pública", diz Leal, que é ouvidor da TV Brasil. O professor de direito da PUC Celso Antonio Bandeira de Mello não vê problemas: "Apesar de ser concessão pública, estamos no ramo de empresas privadas de TV, previsto pela Constituição. A liberdade de comunicação não pode ser cerceada". Com isso, opina, o aluguel de horários na TV a igrejas não pode ser considerado violação do princípio do Estado laico. As TVs negam praticar irregularidades.
Colaborou: ANDREZA MATAIS, da Sucursal de Brasília
RODRIGO RUSSOJOSÉ ORENSTEINCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA LAURA MATTOS DA REPORTAGEM LOCAL
(FOLHASP)

sábado, 21 de novembro de 2009

Continua tudo igual nos Tribunais do Reino...

O jornal O ESTADO DE SÃO PAULO- HÁ 113 DIAS SOB CENSURA

Filho de Sarney recorre ao STF para manter censura a jornal
A defesa de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), entrou com petição no STF (Supremo Tribunal Federal), pedindo que o tribunal mantenha a decisão da Justiça do Distrito Federal que proíbe o jornal "O Estado de S. Paulo" de publicar informações da Operação Boi Barrica (rebatizada de Faktor), da Polícia Federal, que envolvam seu cliente.Fernando reagiu a uma reclamação enviada pelo jornal ao STF, afirmando que a decisão da Justiça do DF vai contra o julgamento da corte que derrubou a Lei de Imprensa, quando os ministros afirmaram que os meios de comunicação não podem sofrer censura prévia, nem mesmo do Poder Judiciário.O caso será decidido pelo ministro Cezar Peluso, que vai debatê-lo antes no plenário.

(Folhasp20.11.09)